(Source: stay-awake8)
It must be the colors It must just be the colors Will you meet me down Yellow hair I could stay here It’s so hard to go in the city It must be the colors
And the kids
That keep me alive
‘Cause the music is boring me to death
And the kids that keep me alive
‘Cause I wanna go ride away
To a January night
Built a shack with an old friend
He was someone I could learn from
Someone I could become
On a sandy beach
We can roll up our jeans
So the tide won’t get us below the knees
You are a funny bear
Yellow hair
You are such a funny bear
Slender fingers
Would hold me slender limbs would hold me
And you could say my name
Like you knew my name
Become someone different
I could stay here
Become someone better
‘Cause you wanna say hello to everybody
It’s so hard to go into the city
‘Cause you wanna say hey I love you to everybody
When we were teenagers we wanted to be the sky
Now all we wanna do is go to red places
And try to stay outta hell
And the kids
That keep me alive
‘Cause the music is boring me to death.
Vamos, todos, brincar de cacto
na areia da nossa tristeza.
Uma folha sobre outra,
em caminho do céu intacto.
Uns nos ombros dos outros,
um braço a nascer de outro braço,
uma folha sobre outra,
formaremos um grande cacto.
De cada braço, já no espaço
nascerá mais um braço, e deste
outros braço, qual ramalhete
de flores para um só abraço.
Filhos de pedra e do pó,
fique aqui embaixo o nosso orgulho,
pisado sobre o pedregulho.
Formaremos, num corpo só,
(uma folha sobre outra
uma folha sobre outra,
um braço a nascer de outro braço)
a nossa escada de Jacó.
Pra quê torre de Babel
ou o Empire State, compacto,
se uns nos ombros dos outros,
chegaremos ao céu, num cacto?
Uma folha sobre outra
e já uma árvore de feridas
por entre os anjos de azulejo
e as borboletas repetidas.
Que fique aqui embaixo a terra;
lá de cima nós tiraremos
uma fotografia exata;
não é redonda, mas chata;
não é redonda, mas chata.
Pra provar, por B mais H,
que o homem, animal suicida,
já sabe fabricar estrelas…
Se é que Deus disto duvida.
Que iríamos fabricar luas
(se não fora, para Seu gáudio,
o espião nos ter furtado a fórmula)
mais bonitas do que as Suas.
Vamos, todos, brincar de cacto,
uns nos ombros dos outros,
um braço a nascer de outro braço,
uma folha sobre outra.
Vamos subir, de folha em folha,
mais alto do que vai o avião.
Lá onde os anjos jogam pedras
no cão da constelação.
Que outros usem avião a jacto
para uma viagem em linha reta:
nós, filhos da planície abjeta,
subiremos ao céu num cacto.
Uns nos ombros dos outros,
injustiças sobre injustiças,
formaremos um verde pacto…
Vamos, todos, brincar de cacto.
Vamos, todos, brincar de cacto.
[o cacto - cassiano ricardo]
(via overmessed)
(Source: fragilewhispers)
(Source: matacolors, via bigfatlie)
(via stayintonight)